domingo, 1 de dezembro de 2013

Olá pessoal! Começa hoje o sorteio de duas edições de Razão e Sensibilidade, publicadas pela Martin Claret, com tradução de Roberto Leal Ferreira. Para conhecer os detalhes do livro e coleção, que é linda de se ver, veja aqui. Esta coleção é pocket, mas não no formato convencional, é maiorzinha e traz um lindo projeto gráfico, como vocês poderão ver aqui e aqui. Eu tenho uma certa responsabilidade nesta coleção, porque escrevi os resumos das contracapas e ajudei a escolher as cores de cada capa. Espero que gostem!
 
Veja como funciona o sorteio:
 
1) uma única participação por leitor (nomes repetidos serão deletados)
2) deixe seu nome nos comentários
3) serão duas cópias sorteadas
 
Para participar você deverá acessar o blog até o dia 09 de dezembro, o sorteio será no dia 10 de dezembro. Fique atento!
 
 
 

sábado, 30 de novembro de 2013

Mais um post em parceira com Elizabeth Kantor e Editora Realejo:


Não tire o olho da bola
 By Elizabeth Kantor

As mulheres de hoje não deixam a felicidade passar pelas mesmas razões que nos romances de Jane Austen, alguns poderiam dizer.
Sim, elas deixam.
Vamos começar com o “desespero por admiração” de Lydia Bennet. Você não precisa ir muito longe para encontrar exatamente o mesmo im­pulso hoje em dia. Ele está ali, na fila do caixa de qualquer supermerca­do, onde a capa da Cosmo nos dá conselhos sobre “As dez coisas que os homens desejam na cama: a coisa surpreendente que 80% dos homens acham sexy”, “78 maneiras de excitá-lo”, “Primeiro tire as calças dele” ou “Os segredos do tesão masculino: um gatilho surpreendente para os mais profundos desejos sexuais dele” Esses artigos nos convencem a perseguir o que Jane Austen chama de felicidade “racional” e “permanente”? Acre­dito que não. Eles estão apontando exatamente para a mesma trilha que fez a pobre Lydia perder seu final feliz. A Cosmo espera que suas leitoras tentem algumas coisas que mesmo Lydia Bennet não estaria disposta. No entanto, o objetivo principal que a Cosmo convence sua leitora a buscar é exatamente o mesmo tipo de atenção masculina que Lydia desejava.
E o que há de errado com atenção masculina? Nada. Mas há uma questão crucial. Se você busca apenas atenção masculina, você não está focando sua mente no que vai lhe fazer feliz. Você tirou seu olho da bola, você pode perder a chance.
No final, a “felicidade racional” de Jane Austen não exclui nenhuma das coisas de que as mulheres querem – tanto dos homens quanto da vida. Todas nós queremos ser admiradas apaixonadamente, cortejadas e agradadas, as coisas com as quais Lydia Bennet é obcecada. Queremos ter uma vida confortável e organizada, como Charlotte Lucas. E todas queremos nos sentir bem com nós mesmas e nos sentirmos livres – as mesmas coisas que Maria Bertram quer. Mas da mesma forma que essas personagens de Jane Austen perdem seu final feliz, muitas mulheres mo­dernas perdem a felicidade por colocá-la no fundo da gaveta e agarrarem essas outras coisas primeiro. Todos os dias, as mulheres escolhem a coisa brilhante, acessível aqui e agora, deixando seus verdadeiros sonhos de um amor verdadeiramente feliz pendurados. Elas acabam tendo sexo, dinhei­ro, ou status – mas não felicidade.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Por indicação da Samanta Fernandes -  do Improvement of Mind - fiquem sabendo que Death Comes do Pemberley (Morte em Pemberley) tem sua estreia marcada para o Natal a ser exibido pela BBC one na Inglaterra. Serão três episódios baseados no livro de P. D. James. Conheça mais a história aqui.
 
 
 
 
 
Mais um post em parceira com Elizabeth Kantor e Editora Realejo:



Evite homens sem princípios
 By Elizabeth Kantor

Então, como você reconhece um cara realmente bom? O que exatamente você está procurando? As heroínas de Jane Austen têm uma caixa de ferramentas bem completa e cheia de categorias para analisar os homens – uma espécie de lista informal de qualidades discretas, que começa com altura e cor do cabelo, e vai até os traços mais importantes do “caráter verdadeiro” de um homem.
“Primeiras impressões” naturalmente começam com a aparência e o que Jane Austen chamava de “maneiras”. Naturalmente, também, as qualidades que mais importam são as mais difíceis de ver. Mas Jane Austen deixa esse trabalho bem mais fácil. Ela tem todo um vocabulário – conceitos que há muito se perderam nas ondas do Romantismo e na reação vitoriana, que levaram embora essa abordagem clara do século XVIII para o amor, o sexo e o casamento – para analisar o temperamento e as qualidades mentais de um homem: sua “fala”; seus “sentimentos” ou “sensibilidade”; sua “educação”, “informação” e “entendimento”; seu “princípio”; seu “temperamento” e por aí vai. Era tão provável que as heroínas de Jane Austen sentassem e discutissem se um homem possuía um temperamento “calmo e decidido” ou “aberto a impressões perigosas” quanto falassem de sua aparência. Mais provável até, na verdade.
Não que Jane Austen finja que aparência e sex appeal não importam. Ela queria que também víssemos essas coisas de forma clara. Não posso enfatizar o suficiente quanta importância Jane Austen põe em ver os homens como eles realmente são. Isso quer dizer não se iludir de forma alguma – seja em relação à aparência de um homem, suas maneiras ou suas crenças mais profundas.
Jane Austen desconfiava profundamente de qualquer coisa que nos fizesse esquecer o que está bem à nossa frente. Ela sabia tudo sobre ver as coisas com amargura ou em cor-de-rosa. E ela esperava que suas heroínas se corrigissem disso – que percebessem quando suas percepções estavam enviesadas ou seu julgamento sobre qualquer coisa, mesmo algo tão superficial como a aparência de um homem, comprometido. Assim, é uma evidência da autoconsciência de Elinor e de sua competência para administrar a própria vida amorosa que ela perceba que Edward parece fisicamente mais atraente para ela conforme ela o conhece e gosta dele. Ver as coisas em perspectiva não quer dizer deixar de vê-las.
Mas quais precisamente são as qualidades mais importantes que devemos ser capazes de reconhecer em um homem? De todas as chaves mestras de Jane Austen para destrancar o potencial verdadeiro de um homem, as duas mais importantes são o “temperamento” e os “princípios”. São essas as qualidades que são mais importantes de olhar quando você está considerando um homem como um parceiro em potencial. Se ele não se qualifica em nenhuma dessas duas categorias, corte-o de sua lista. Para Jane Austen, temperamento e princípios não são negociáveis. Por quê? Porque são eles que, no final, tornam um homem admirável, digno de respeito e possível de confiar com sua felicidade. Temperamento e princípios são o que divide os Sr. Darcys e Capitães Wentworths dos Wickhams e Sr. Elliots do mundo. São as qualidades mais importantes que garantem que você está com um homem de qualidade verdadeira.


SEGREDO DE JANE AUSTEN #37

Evite homens sem princípios como se fossem uma praga.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Qual é a sua capa favorita de Orgulho e Preconceito? Difícil escolha, não acham?

Eu gostaria de criar uma enquete aqui para o Brasil, qual é a sua capa de Orgulho e Preconceito favorito?  Preferencialmente indique nas seguintes categorias:
1) Capa em Português
2) Capa em Inglês
3) Capa em outro idioma
 
Vale enviar o link da capa do livro, ok?

O Blog The Bennet Sisters traz um novo post com capas bem diferenciadas, elas seguem estilos bem diferenciados, não é mesmo?

 





 
Por indicação da Mila Cahue do Blog Hablando de Jane Austen, descobri essa biografia de Austen - em inglês - para leitura on-line, gratuitamente! O livro 'The Story of Jane Austen's Life' foi escrito por Oscar Fay Adams em 1897.  O livro faz parte do projeto OpenLibrary, que disponibiliza inúmeros livros gratuitamente, para leitura digital. Não é fantástico? Você não tem acesso a determinado livro e consegue ao menos visualizá-lo pela internet?
 
O livro traz inúmeras ilustrações e pelo que pude perceber, a grosso modo, parecer ser muito interessante! :) Clique aqui ou na figura abaixo para ter acesso ao livro. Boa leitura! Há a opção de pdf ou kindle também.

Para uma lista de livros relacionados à Austen (Obs.: nem todos são gratuitos), clique aqui. Alguns vocês pode escolher ler me Pdf ou enviar para o Kindle (quem não possui o Kindle pode baixar um aplicativo para computador ou tablete para ler o livro).

http://archive.org/stream/storyofjaneauste00adam#page/n7/mode/2up

Minha cópia já está devidamente salva no meu Ipad! :)

 
Começa hoje uma série de posts em parceria com Elizabeth Kantor e Editora Realejo:



 By Elizabeth Kantor

Algumas vezes, as heroínas de Jane Austen se apaixonam completamente antes que os homens se comprometam. Todas elas, em um ponto ou outro, encontram-se apaixonadas em um nível e “com alguma dúvida do retorno”. Mas elas nunca dizem isso a um homem, como Audrey Raines fez. E elas também não começam a tentar se certificar de que ele vai se apaixonar também. Se uma heroína de Jane Austen vê um desencontro entre o quão rápido ou quão profundamente ela e um homem no qual ela está interessada estão se apaixonando, ela lida com isso primeiro no ponto onde ela tem controle e onde ela tem direito de ter controle. Ela pensa em administrar suas próprias expectativas em vez de jogar seus sentimentos e desejos para o mundo ou manipular o homem. Em vez de planejar esquemas para acelerá-lo, ela freia.

Nós, mulheres do século XXI, sabemos tudo sobre sexo, um assunto que Jane Austen quase não menciona. É axiomático hoje que, para ser um cavalheiro, e não um idiota, um cara tem que estar disposto a desacelerar sexualmente, a se ritmar para fazer amor – para acomodar a reposta sexual tipicamente mais lenta de uma mulher. Em comparação, não temos noção nenhuma do amor. Jane Austen, que sabia tudo de amor, entendia que uma mulher, muitas vezes, precisa desacelerar suas emoções e esperanças para o futuro, controlar a velocidade com a qual ela está se apaixonando, para poder acomodar a velocidade tipicamente mais lenta do apego emocional masculino. Em Jane Austen, autocontrole dá poder. Não é ser uma mulher reprimida e sem “voz”, que não sabe que pode ir atrás do que quer. As heroínas de Jane Austen sabem exatamente o que querem. Mas elas sabem que se agarrar a isso não garante o amor.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A escritora Elizabeth Kantor esteve no Brasil, mais precisamente em Santos, para o Festival Tarrafa Literária em setembro passado. Elizabeth acaba de publicar aqui no Brasil o livro que recebeu a tradução "A Fórmula do Amor: Segredos de Jane Austen para os Relacionamentos" pela Editora Realejo. O amigo Rodrigo Simonsen (editor da Realejo) me enviou há alguns dias as fotos do evento, porém, devido às viagens acadêmicas, fiquei impossibilitada de publicá-las. 

Devo confessar que já estou lendo o livro e estou adorando. Elizabeth Kantor escreveu um texto denso, que requer atenção, pois não se trata de um livro de auto-ajuda. Na verdade, o livro se encaixa em estudos de sociologia e psicologia. Eu sempre me pego pensando... como ainda não tinha visto sob esse ângulo ou aquele ângulo apresentados pela escritora. Em breve, publicarei minhas impressões! :)

Eis algumas fotos do evento:

 Elizabeth Kantor atenta ao debate
A capa do livro

 Respondendo às perguntas 
 Intervenção de Rodrigo Simonsen
A platéia


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Hoje, 20 de novembro, acontecerá a apresentação de dois trabalhos de pesquisa realizados por esta que vos escreve, Adriana Zardini e o amigo Amilcar Santos. O evento faz parte do IV Simpósio Internacional de Letras e Linguística e XIV Simpósio Nacional de Letras e Linguística, realizado na Universidade Federal de Uberlândia.



LT: Representações femininas no romance histórico
Local: Bloco 5S - Sala 5S 106

Dia 20 das 14:00 às 14:20
A identidade feminina na obra ‘Orgulho e Preconceito’ de Jane Austen - Adriana Sales
Zardini

Dia 20 das 14:20 às 14:40
Aurélia Camargo e Elizabeth Bennet: um diálogo entre protagonistas femininas de José de
Alencar & Jane Austen - Amilcar Figueiroa Peres dos Santos


No dia 22, às 19 horas, será a vez de Amanda Chieregatti, apresentar um poster a respeito do feminismo na obra de Austen, tema recorrente dos meus últimos trabalhos. O tema do poster da Amanda é: A paratopia criadora de Jane Austen: uma autora feminista?

Conheça um pouco sobre esta pesquisa de Amanda, aqui.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pessoal, desta vez, eu e o Rodrigo Simonsen (editor da Editora Realejo) gostaríamos de saber a opinião de vocês a respeito da temática: "não diga que está apaixonada". Para participar, basta ler o artigo no blog SegredosDeJaneAusten e deixar seu comentário  por lá! 


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Por indicação da leitora Meire Souza, apresento à vocês uma reportagem do canal americano ABC News sobre o fenômeno Jane Austen! 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Por indicação da Meire Souza e Fabia Rossoni, aqui está uma promoção imperdível: o box da LogOn com 8 discos, incluindo: Orgulho e Preconceito (1995), Emma (2009), Razão e Sensibilidade (2008) e Persuasão (2007). Por apenas R$ 59,90.

Detalhes no site Submarino.


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Prezados Leitores, por motivo de viagem acadêmica, não pude realizar o sorteio do livro conforme o dia prometido. Como promessa é dívida, aqui está o sorteio do livro: "A fórmula do amor - Segredos de Jane Austen para relacionamentos". Foram 35 participantes e a sortuda é: Raquel Cardoso! Parabéns! 





quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mais uma resenha da Luciana Darce (JASBRA-PE), dessa vez com as origens de alguns dos mais queridos personagens da literatura - incluindo, claro, Lizzie Bennet!


Celia Blue Johnson apresenta nesse maravilhoso livro as histórias por trás de 50 clássicos. O que inspirou e fez cada uma ganhar corpo e tornar-se um sucesso da literatura. Autores como J.R.R. Tolkien, Gabriel García Márquez e Lewis Carroll tiveram inspiração em frases aleatórias, lugares ou fatos corriqueiros para compor verdadeiras obras-primas.

Os clássicos da literatura universal tratam não só da crítica e pensamento da época em que foram escritos, mas da universalidade dos sentimentos humanos no decorrer do tempo, tornando-os imortais. Conhecer mais do processo criativo dos grandes escritores nos aproxima tanto dessas histórias como de nossas próprias vidas.

Gosto muito de saber a inspiração por trás de minhas histórias favoritas – de enxergar como algumas experiências moldaram certas narrativas, certos personagens, certas ideias. Assim é que quando bati o olho nesse livro, já saí com ele debaixo do braço e quase que imediatamente me pus a lê-lo.

Curioso; livros de crítica literária são dos poucos que nunca se demoram muito a ser lidos na minha estante. Às vezes compro uma obra e deixo-a na lista de espera por até uns dois anos; mas livros de crítica são meio que devorados imediatamente, muitas vezes quando estou em ressaca de romances e sem vontade de ler nada.

Ok, isso não é curioso, é confuso. Vamos em frente tratar do que interessa.

Conversando com Mrs. Dalloway não é exatamente crítica literária, mas um livro de curiosidades bem leve, divertido, e nada que vá mudar sua vida – inclusive muitas das informações que aparecem no livro, eu já sabia por pesquisas para resenhas ou clubes do livro.

Ainda assim, é um volume bem organizado, dividido em seções que compilam autores com inspirações parecidas: fatos reais que ocorreram a época, às vezes saídos direitos das manchetes de jornais, acontecimentos de suas vidas que acabaram se convertendo em romances, entre outros. São cinquenta títulos cujos bastidores são desvelados em ensaios curtos, bastante diretos, com linguagem simples, humor e sem julgamentos.

Nem todas as histórias são particularmente enaltecedoras do caráter de seus personagens – o fato de idealizarmos certos autores, colocando-os quase num pedestal, não significa que eles eram boas pessoas, e a autora consegue aqui trazer pequenas biografias sucintas e imparciais, sem esquecer esses detalhes menos lisonjeiros.

De Cervantes a Austen, e Tolkien a Harper Lee, Conversando com Mrs. Dalloway traz uma seleção bastante ampla de autores e obras e é uma boa pedida para bibliófilos e curiosos de plantão.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Resenha nova da Luciana Darce (JASBRA-PE), fresquinha saída do forno!


O universo literário está repleto de heroínas inteligentes e destemidas que ganharam vida nas mãos de celebradas autoras. Assim como as mulheres de hoje, elas valorizavam sua personalidade, espiritualidade, carreira, amizade e família. Escritoras como Jane Austen e Louisa May Alcott deram força às suas opiniões diante de momentos difíceis, às vezes com palavras, outras vezes com atos de coragem.

Este livro encantador nos mostra a força e o poder encontrados nos clássicos. Um tributo único às suas escritoras e um presente extraordinário para mulheres de todas as idades.

Este ano andei lendo uma série de livros sobre livros, volumes e volumes de ensaios e declarações de amor à leitura. Este título faz parte da coleção – que a essa altura, já está chegando a uma inteira prateleira na minha estante.

Blakemore intitula cada um de seus ensaios com uma virtude, relacionando-as, por sua vez, com uma personagem literária. Elizabeth Bennet é o auto conhecimento; Scarlet O’Hara representa a luta; Jo March é a face da ambição; Mary Lennox e seu jardim secreto são a magia.

Estes são apenas exemplos – personagens mais amplamente conhecidos pelo grande público no Brasil. Há outras autoras cuja apresentação me deixaram, naturalmente, curiosa e com isso é claro que minha lista de leituras aumentou...

E este é o ponto chave do livro: as autoras. O título nos faz pensar que se trata apenas das heroínas-personagens, mas a realidade é que as lições de vida apresentadas neste volume são aquelas protagonizadas por cada uma das autoras apresentadas – todas mulheres, todas tendo de lutar para ter o trabalho reconhecido, para n~]ao serem deixadas de lado por sua própria condição feminina.

Lições de Vida das Grandes Heroínas da Literatura não é um livro excelente, do tipo que alcance grandes expectativas ou inspire grandeza – o que é um tanto contraditório em relação ao título. Blakemore escreve bem, mas lhe falta algo que nos tire o fôlego, que nos arrebate. A despeito disso, como introdução biográfica – e bibliográfica – ele funciona muito bem.

Para quem tem curiosidade de conhecer um pouco da vida de escritoras consagradas – como porta de entrada para leituras mais aprofundadas – é um livro interessante, definitivamente.

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